AtivaMente desenvolvimento e autonomia Andradas/MG
AtivaMente desenvolvimento e autonomia

Acompanhamento escolar individualizado com estimulação cognitiva para crianças de 6 a 10 anos, típicas e atípicas. Cada plano nasce de como aquela criança aprende.

O método em ação

Cada atividade é construída para trabalhar uma habilidade específica, sempre de forma lúdica.

Criança escrevendo com o dedo em uma caixa de areia
Escrita na caixa de areia
Dominó de operações matemáticas montado no chão
Raciocínio lógico com abordagem lúdica
Atividade com dois lápis em uma grade numérica
Ativação interhemisférica
Material colorido de estímulo visual para letramento
Estímulos visuais no letramento

Talvez alguma dessas cenas seja familiar

Talvez alguma dessas cenas seja familiar

  • A turma já está lendo, e seu filho ainda não engatou na leitura.
  • A tarefa de casa vira choro, briga ou fuga quase toda noite.
  • A escola avisa que ele não presta atenção, não termina, se distrai fácil.
  • Você já ouviu "ele é inteligente, só precisa se esforçar mais" — e sabe que não é isso.
  • Já tentou reforço, mais exercícios, mais tempo estudando. E o ano terminou igual.

Quando a criança repete o mesmo caminho e não avança, o problema raramente é esforço. É o caminho.

O tempo dele não é o problema. O tempo perdido é.

"Cada criança tem seu tempo" é uma frase gentil — e é ela que faz a família esperar um semestre, depois um ano, depois outro. Entre os 6 e os 10 anos, esperar não é neutro: é o período em que a alfabetização e as funções executivas se organizam.

Nenhuma criança aprende menos. Ela aprende por um caminho diferente. Quando o conteúdo chega sempre pela mesma via, o jeito de aprender dela fica de fora. Repetir a mesma explicação mais vezes não muda a via. Só aumenta o cansaço.

E há um custo que não aparece no boletim: a cada tentativa frustrada, a criança junta mais uma prova de que "eu não consigo". Recuperar conteúdo é trabalho. Recuperar a confiança dela em si mesma é trabalho bem maior.

Como funciona o acompanhamento

Todo plano começa entendendo a criança — não aplicando um material pronto.

1

Anamnese

Conversa com os pais e com os profissionais que já acompanham a criança: fonoaudióloga, psicóloga, escola. O que já foi construído não recomeça do zero.

2

O que a escola aponta

A professora indica quais pontos a criança não está conseguindo desenvolver. São essas dificuldades específicas que orientam o trabalho.

3

Plano de intervenção individual

Um plano feito para aquela criança, fundamentado na neurociência da aprendizagem, revisado conforme ela responde aos estímulos. Observa-se também a tolerância à frustração, a persistência e a forma de resolver problemas.

4

Execução lúdica

Na prática, a criança joga, escreve na areia, monta, associa. A estrutura técnica fica por baixo, invisível para ela. Aprender deixa de ser um fardo.

1x por semana 50 min por encontro

Crianças típicas e atípicas

O acompanhamento atende crianças com TDAH, dislexia e autismo, sempre em conjunto com a equipe clínica e com a escola. A adaptação do conteúdo escolar continua sendo da escola — aqui se constrói a habilidade que falta para esse conteúdo se concretizar.

O que os professores percebem

"Está bem melhor em todos esses aspectos. Parou de ter as explosões de raiva e tem conseguido focar nas atividades, inclusive permanecendo mais tempo. Quando chamo a atenção, ele se recompõe mais rápido. Está até mais falante."

"Não sei o que está fazendo, mas está ajudando."

Professor de um aluno em acompanhamento

Ivone Alves Leone

Ivone Alves Leone

São 28 anos de experiência dentro da sala de aula, na rede pública e privada, acompanhando de perto como crianças muito diferentes chegam ao mesmo lugar por caminhos que não são iguais. O Espaço AtivaMente nasceu dessa experiência.

Do "eu não consigo" ao "olha o que eu fiz!"

Vamos conversar sobre o seu filho

Me conte o que está acontecendo. A partir daí explico como funciona a avaliação inicial e o que faz sentido para o momento dele.

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